<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
<channel>
<title>fiammetta</title>
<link>https://ameblo.jp/makellosigkeit/</link>
<atom:link href="https://rssblog.ameba.jp/makellosigkeit/rss20.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
<atom:link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" />
<description>Dum spiro, spero ad vitam aeternam. Aries. 23yo. Atelophobia, tears and a lot of fame.</description>
<language>ja</language>
<item>
<title>Lizzie.</title>
<description>
アメンバー限定公開記事です。
</description>
<link>https://ameblo.jp/makellosigkeit/amemberentry-11914823492.html</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2014 06:52:31 +0900</pubDate>
</item>
<item>
<title>~</title>
<description>
<![CDATA[ Tive minha última aula de administração ontem. Sinceramente, não sei se fico feliz ou triste com isso. É ótimo saber que estou formada e apta para trabalhar como assistente administrativa, mas o lado triste é que não verei o pessoal – pelo menos não com tanta freqüência. Foram 16 meses convivendo com aquelas pessoas que animavam minhas manhãs de sábado. Perder essa parte da minha rotina é como deixar uma parte de mim para trás.<br>Por outro lado, comecei meu estágio essa quinta-feira. Troquei as roupas de vinte crianças, as ajudei a fazer a lição e cuidei deles na hora do almoço. Foi bem trabalhoso! Achei divertido também, mesmo com toda a correria. Estou levando isso como a distração que preciso para sobreviver nesses dias difíceis. Não consigo ficar parada por cinco minutos sem cair no choro.<br>Espero que tudo fique bem logo. É difícil lidar com o fato de que sou obrigada a aturar erros alheios, mas nunca posso errar. Devo dar muita importância para as pessoas que sequer são minhas amigas. Só o que posso fazer por enquanto é manter minha cabeça ocupada, assim paro de pensar nisso até esquecer por completo.
]]>
</description>
<link>https://ameblo.jp/makellosigkeit/entry-11854529551.html</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2014 06:04:22 +0900</pubDate>
</item>
<item>
<title>t a i k a t a l v i</title>
<description>
<![CDATA[ Por muito tempo eu tentei te odiar. Foram meses tentando aceitar o fato de que você tinha se cansado de mim e nunca voltaria. As semanas se acumulavam como poeira, e eu ainda sentia falta da sua presença em cada canto da minha casa; na poltrona ao lado da cama, recostado na bancada da cozinha... Você adorava meu piano, não era? Adorava tentar tocá-lo, ignorando meu conselho de que suas mãos foram feitas para outras coisas. Eu adorava sua proteção exagerada, seus abraços sempre carinhosos. Lembra de quando lemos aquela creepypasta do Mario Bros e ficamos morrendo de medo? Você me ajudou a dormir e ficou acordado a noite toda, ao meu lado. Sempre soube que não merecia tanto carinho vindo de ti, por mais que você me colocasse no mais alto pedestal, meu lugar era no posto mais baixo. Perdoou meus erros, aceitou meus defeitos e me amou incondicionalmente. Queria eu ser capaz de fazer o mesmo. Eu tenho certeza de que também te amei – e muito -, mas da forma errada. Um amor egoísta o bastante para me dar o direito de monopolizar e exigir seus sentimentos apenas para mim, mas não certo o suficiente para me deixar ser apenas sua. Por que você não reclamava? Nós brigávamos, discutíamos quase diariamente, mas nos amávamos. Juntos éramos fogo, aquecíamos um ao outro e queimávamos tudo que não nos importava. Nada mais importava. Porém a chama foi reduzida a uma mera fagulha no dia em que você me deixou. Acho que nunca saberei a segunda pergunta que você queria me fazer, e eu sequer te dei a chance. Garota burra. Garota idiota. Você, Guilherme M. Xavier, foi embora e levou uma parte de mim. Eu te trouxe o caos, você me presenteou com o vazio.  Tratei-te como vidro, frágil e prestes a se quebrar. Passei dois anos me agarrando aos cacos de uma memória distante, partida por puro capricho da minha parte. “Como pôde fazer isso? Tu me amavas, que direito tinhas, então, de me deixar?” Foram oito meses encarando a paisagem pela varanda, esperando te ver chegando nem que fosse para dizer adeus. Qualquer pessoa desistiria após tanto tempo, mas você me conhece. Eu sou Katherina Lee. Bem, te procurei em todos os lugares, revirei qualquer canto onde pudesse ter pelo menos uma certeza de que você existiu um dia. Parece que o destino foi bondoso e te trouxe de volta depois de tanto tempo, não é? Eles jogaram gasolina nas nossas cinzas, agora temos chance de voltarmos a ser incêndio. Catherine e Heathcliff.<br><center><font color="#FF0000"><strong><font size="4">“Whatever our souls are made of, his and mine are the same”</font></strong></font></center>
]]>
</description>
<link>https://ameblo.jp/makellosigkeit/entry-11849486372.html</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2014 01:04:23 +0900</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>
